sexta-feira, 25 de setembro de 2009



Lembro-me do tempo em que era criança, estudava no Irineu Joffily, onde minha vida era uma completa aventura, ainda me recordo da professora Jailma, assim como a inesquecível professora “QUERIDA”, carinhosamente conhecida hoje como QUERINDINA. Lembro-me com perfeição também, do eterno filósofo PAI CHICO e, da “temível” para as crianças, MARIA DENTÃO. O tempo passava como um bater de asas do beija-flor, ao meu lado haviam inúmeros e respeitados artistas. MURURÚ, o palhaço mais engraçado e cara de pau que já conheci, para os mais “chegados” NANÔ, sua companhia inseparável, o palhaço é... é... Desculpem a falha, mas não lembro o nome artísticos do nosso também irmão EVALDO BRASIL e seu assistente MÉRCIO ARAÚJO. Tinha Laércio, meu irmão, que adorava viver roubando o oxigênio de onde passava, tinha NICOLA e não posso deixar de esquecer de meu adorado irmão BOI VEI, ou BIU. Eu que estava entrando na trupe, já batizado de RUI, aliás, “_Rui, Rui, Rui, roubaram a mulher do Rui disseram que foi eu mais eu juro que não fui...”, comecei a incorporar o espírito artístico, como palhaço no início foi um pouco complicado, diziam que eu era o único palhaço triste que conheciam, todavia quando peguei no mamulengo, respirei fundo e disse: “quando crescer quero ser um mamulengo...”. Ah, mamulengo... Esses sim tinham personalidades fortes, afinal, quem não respeitaria o mestre BALTAZAR, ou mesmo BENEDITO. Como era bom viver essa época. Nosso IVANILDO “REIVAX”, com suas crônicas loucamente perfeitas, que vos digam o DOIDINHO E O TENENTE...

...continuem, se você viveu esse momento, ou se conhece estas histórias, te peço para que continuem escrevendo logo abaixo.